Vanity Fair Entrevista Chaske Spencer


A Semana Lobo termina! Mais cedo nesta semana, o VF.com apresentou dois dos sedutores lobisomens índios Quileutes de Crepúsculo – Alex Meraz e Kiowa Gordon – e hoje trazemos para vocês outra entrevista exclusiva, este com o lobo alfa do bando: Chaske Spencer. Recentemente nós ligamos para ele em seu apartamento no Brooklyn, onde ele falou sobre o furacão do estrelato, a fraternidade que ele compartilha com os seus colegas lobos, e que tipo de música o bando escuta quando puxa ferro.

VF.com: Como você adquiriu o papel de líder do bando, Sam Uley?

Chaske Spencer: Foi uma das audições mais estranhas que fiz. Nós colocamos fita, e normalmente o processo é: você encontra o diretor de elenco, te ligam de volta, então você conhece o produtor e o diretor. Essa apenas foi diretamente da fita. Eu audicionei para todos os papéis do bando; eles me ligaram de volta e disseram que papel peguei. Também, eu realmente não sabia quem [o personagem] era porque eu não sabia muito sobre Crepúsculo. Então eu descobri e disse, “Wow, esse é um papel muito bom.” É maravilhoso. Nunca consegui um papel assim antes.

Uma vez que você conseguiu o papel, você voltou e leu os livros?

Sim, comecei com Lua Nova. Então comecei a me interessar por Eclipse porque há muita história de fundo para o meu personagem. Realmente tentei me relacionar àqueles personagens, fazer o meu trabalho… e então ir a academia.

Quanto tempo você teve entre descobrir que você conseguiu o papel e de fato começar a filmar?

Não muito – em torno de três semanas. Eles nos conseguiram um treinador e realmente começaram a nos lançar no trabalho, nos exercícios, que foi com um cavalheiro que ajudou em 300. Eu estava bem louco com isso; foi realmente duro. Eu [já] estava em forma, mas quando ele colocou as mãos em mim, foi uma besta completamente diferente. Ganhei quase 12 kg naqueles dois meses. Simplesmente aconteceu – um dia, saí do chuveiro, dei uma olhada em mim, e não reconheci o meu próprio corpo.

Todos vocês atravessaram isto juntos como um bando, também.

Sim, foi uma coisa que foi muito legal; realmente nos ligou. Éramos desconhecidos, e não podíamos dizer nada a ninguém durante um mês que estávamos no elenco. Então nós apenas conversávamos uns com os outros, tínhamos certeza de manter uns aos outros na linha, ficamos competitivos uns com os outros. Era como se fôssemos irmãos. Ganhei tantos membros na família por causa disso, pelo qual sou realmente agradecido.

Então você era esse ator desconhecido morando em New York que repentinamente se encontrou no set deste enorme blockbuster de sucesso. Como foi isso?

É tão surreal, digo, estou sentindo agora mesmo! Nos sets de Lua Nova e Eclipse, sinto-me seguro. É como se você estivesse no centro do furacão, mas fora é onde começa a ficar caótico. Eu diria que, nos últimos poucos dias, comecei a notar que estou nesta franquia enorme. Eu vou estar em um dos maiores filmes do ano, e é um pouco surreal, assustador, e excitante tudo junto. Parece com um grande passeio de montanha russa.

O que você está fazendo para se preparar para isso?

Ninguém pode te dar um livro sobre como lidar com isso. Não há muito que você possa fazer sobre isso exceto apenas ter uma boa cabeça sobre seus ombros. Você tem de seguir por si próprio e descobrir.

Como muitos dos outros lobos, você tem a sua própria página de Twitter, também.

É realmente legal. É como estar nesta banda de rock. Não é nada como já fiz antes em qualquer filme ou peça — você realmente interage com os fãs. Eu twitto para os fãs de Crepúsculo. Posso escrever onde estou indo, o que estou fazendo – eu tento generalizado então não entrego muito — e os fãs são ótimos! Eles estão muito empolgados sobre isso; alguns até sabem mais sobre mim do que eu!

Falando de bandas de rock, Kiowa (Gordon) disse que você o fez ouvir Phoenix e Grizzly Alinhar ao centroBear.

Kiowa e o Tyson Houseman estão realmente dentro da música, e falamos sobre isto. Gosto muito de descobrir música nova. Sou baterista, e moro com um músico — ele está em uma banda chamada The 5 O’Clock Heroes. Não estou falando dele apenas porque ele é meu companheiro de quarto; a sua banda é realmente boa. Ele me apresenta a todas das novas bandas legais, e temos músicos vindo ao nosso apartamento durante algum tempo agora. Eu gosto deste novato, Liam Finn, de quem ouvi na Austrália. Também acabei de consegui a trilha sonora de Lua Nova, e realmente sou impressionado! Acho que é maravilhosa. Estive escutando todos os dias na verdade. Eu gosto da Band of Skulls, e tenho sido fã de Black Rebel Motorcycle Club durante anos agora. Esse vai se o meu álbum durante o mês.

O que os lobos escutavam durante os exercícios físicos?

Eu trouxe o meu iPod, e eu tinha faixa que nos ajudariam nos exercício. Tocamos “Sabotage” dos Beastie Boys, “Orion” do Metallica, ACDC – isso realmente nos deu um gás – um pouco de Guns ‘N’ Roses, Soundgarden, Nirvana. Eu gosto muito de malhar com hiphop, também.

Você é o lobo mais velho no bando.

Sim, e é engraçado: interpreto o lobo alfa, o líder, e eu meio que caí nesse papel. Não sei como isto acontece. Mas sou o mais-velho – tenho alguns filmes embaixo do meu cinto — e eu meio que ajudei alguns dos outros caras. Protejo eles demais. Se alguém tentasse machucá-los, eu provavelmente ficaria furioso. Eles são caras legais. Cuidamos um do outro. Era como o calouro que entra no colegial; éramos o grupo novo. Viemos de lugares diferentes, também. Somos Americanos Indígenas e temos uma perspectiva diferente das coisas. Não viemos para fazer bagunça; viemos com o nosso jogo, e definitivamente fizemos com que a nossa presença fosse conhecida.

Quais as suas raízes nativo-americanas?

Sou Lakota Sioux. O que é legal é que Stephenie [Meyer] escreveu essa história maravilhosa que é nativo-americana mais contemporânea. Não é como se eu estivesse usando couro e penas, o que eu estava acostumado a fazer. Não tive de ir muito fundo nas minhas próprias raízes.

Você disse nos seus tweets: “Amo ser um lobo!”

[Risos] Eu gosto do meu papel. Quando eu era criança, eu era fã dos romances de Anne Rice, mas nunca descobri lobisomens até esse. O que eu gosto é que ele me deu um novo corpo, na verdade. A malhação e toda aquela coisa — quem não quer ser lobisomem? (É irônico quando digo algo assim.)

Quando isso tudo acabar, que tipo de filmes você quer fazer?

Apenas olho os tipos de atores que eu realmente gosto; eu gosto do Gene Hackman. Os atores que admiro são atores personagens. Só quero fazer um trabalho muito bom. Quero dizer, isso é enorme. Realmente não sei o que posso fazer depois disso! Ir pelo lado independente talvez.

Vamos fazer um Ping-pong. Por favor dê uma palavra para descrever cada um dos atores com os que você trabalha em Lua Nova, que começa com Alex Meraz [“Paul”].

Primitivo.

Bronson Pelletier [“Jared”].

Piadista.

Kristen Stewart [“Bella Swan”].

Lutadora.

Gil Birmingham [“Billy Black”].

Coração-e-alma.

Tyson Houseman [“Quil Ateara”].

Inteligente.

Kiowa Gordon [“Embry Call”].

Pateta.

Taylor Lautner [“Jacob Black”].

Amável.

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