Entrevista com o Rob na OK! México


Robert Pattinson nasceu em 13 de maio de 1986, em Londres. Aos três anos, ele começou a tocar piano; e aos cinco, guitarra. Sua infância teve várias influências musicais, mas aos 12 ele deu início a uma breve carreira de modelo. Aos 15, começou a atuar em produções amadoras como as do Barnes Theater Company. Três anos depois, ele conseguiu um pequeno papel no filme O Anel do Nibelungo (2004), além da aparição no filme Feira das Vaidades, estrelado por Reese Witherspoon. Um ano depois, ele conseguiu o papel de Cedrico Diggory em Harry Potter e o Cálice de Fogo…o resto é história.

“Já fecharam a porta na minha cara várias vezes.”

Isso é frustrante?
É estranho. É como quando saio do meu quarto de hotel depois de vários meses, apenas para jantar ou fazer algo interessante, e ainda assim fico falado. Tenho alguns amigos da escola que vivem em Vancouver, e eu fui visitá-los, algo que não é nada demais, mas a história virou notícia em tudo que é lugar. Parece que quanto mais chato você é, mais atenção atrai. É engraçado.

Você acha que é mais difícil se apaixonar agora que é famoso?
Não, não acho que isso seja um obstáculo. A fama é algo fácil de se lidar, exceto quando afeta sua carreira. Há pessoas que não tem muita sorte, e o trabalho da mídia é fazer com elas pareçam idiotas. Se isso acontece, vão aparecer vários trabalhos para você fazer, porque todos verão você como um idiota. É realmente frustrante porque você não pode fazer nada a respeito.

Você percebe quando uma mulher está realmente interessada em você ou quando é só pelo fato de você ser famoso?
Se elas forem atraentes, eu não ligo se gostam de mim só por causa da fama (risos), embora eu prefira que me vejam pela pessoa que sou.

Você se vê como um ídolo?
Nem um pouco. Conheço algumas pessoas que se veem assim, mas eu nunca parei para pensar nisso.

Como é ser a fantasia de várias garotas?
Engraçado porque tenho certeza de que se as fãs conversassem comigo por cinco minutos, toda essa paixão iria sumir.

Você quer dizer que elas se desapontariam se encontrassem com você?
Claro que sim! Não dá para ser como as pessoas querem que você seja, já que elas têm sua própria de mim. Mesmo que elas não saibam o que realmente querem, de qualquer forma elas ficam animadas com isso. A pessoa que realmente sou não é uma fantasia, eu acho.

Você nos disse que levou duas semanas para virar o Edward em Crepúsculo. Como foi dessa vez?
Fui ao Canadá um mês antes das filmagens começarem, e fiquei surpreso ao ver como foi relaxante e fácil para mim dessa vez, talvez por me sentir mais ligado com o segundo livro do que com o primeiro. Entendi melhor a histórias e suas motivações, porque todas essas emoções são parecidas com as que já vivi, tipo quando o Edward sente que está tomando a decisão errada ao deixar a Bella, mas a toma de qualquer jeito. Acredito que qualquer cara faria o mesmo em uma relação. É como se você fosse obrigado a ferrar com tudo! Eu entendo porque faço muito isso. É o que acontece de verdade na vida.

“Não me vejo como um ídolo!”

Na sua opinião, por que as histórias de vampiros e lobisomens viraram um sucesso?
Acho que é porque é uma história sobre compromisso, sobre encontrar o verdadeiro amor e em não saber se você é bom ou não para ela. É sobre sentir medo, ter a sensação de que vai estragar tudo. Acho que é por isso que as pessoas se identificam com o filme. É como sempre vi isso, nunca como um vampiro.

Falando sobre vampiros, você gostaria de viver para sempre como o Edward?
Não, não gostaria. Tenho uma tia, uma mulher muito divertida que tem uns 96, 97 anos, e toda vez que conversamos, ela diz: ‘Da próxima vez que você vier me ver, poderia trazer um pouco de veneno de vampiro?’. É por isso que eu não gostaria de viver para sempre, sob nenhuma circunstância.

Você acredita em astrologia ou karma?
Um pouco. Me interesso por essas coisas. Mas no que realmente acredito é no karma, já que fecharam a porta na minha cara várias vezes.

Quais são seus projetos futuros?
Estou filmando dois filmes. Trabalhei o ano todo sem nenhum dia de folga, mas estou trabalhando em coisas diferentes, e todos esses projetos são importantes para mim, coisas que eu preciso fazer. Não são aqueles filmes arrasa quarteirão, mas filmes se significam muito para mim. É geralmente por esse motivo que os escolho.

O que você acha em ser considerado um ícone gay?
Sinto o mesmo que acontece no caso das garotas, é um elogio. Mas não sei, não entendo esse tipo de adoração. Só tento lidar com isso.

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