EW entrevista Ashley Greene

A Entertainment Weekly tem uma nova entrevista com a Ash, em que ela fala sobre sua carreira, os fãs, Lua Nova e mais.



Nada como um papel em Twilight para te colocar no show business. É esse o caso para Ashley Greene, que passou a maior parte de seu tempo em Hollywood como hostess em um restaurante em LA antes de ficar famosa com o papel de Alice Cullen. A nativa da Flórida acaba de terminar sua turnê pelo país para divulgação de New Moon e começará a filmar o filme de terror, Apparition, em Berlim em fevereiro. Nós conversamos com Greene dias antes de New Moon começar a quebrar recordes.

As reações a Twilight são iguais pelo país inteiro?
Fiquei impressionada em Chicago, na verdade. Chicago foi muito, muito intenso, e alto. Acho que foi uma das maiores respostas que tivemos. Mas sempre há muita gente, muita paixão, muitos gritos, muito choro. Então na verdade medimos o quão profundos são os gritos.

Foi muito diferente do ano passado?
Acho que é mais intenso. Estou muito mais confortável com tudo isso. Não sabia o que esperar quando entrei nisso. Era meu primeiro trabalho, então foi um pouco doido e eu estava muito nervosa. E agora você sabe que os fãs estão ali porque te amam e te apoiam.
Qual foi o seu encontro mais memorável com fãs?
Algumas pessoas me fizeram livros, e isso é meio que incrível porque estou no meio desse redemoinho agora então tem muitas coisas das quais eu sinto falta, porque estou nessa bolha Twilight e é tudo tão rápido. Então provavelmente um ano depois que tudo acabar, podemos sentar e olhar para isso. Então é legal que eles façam uma coleção da minha carreira e o que eu tenho feito. Isso é muito especial.

Por que você acha que os fãs são tão obcecados?
Acho que com vampiros, você não pode errar. Por gerações, os vampiros têm sido um sucesso porque são inacessíveis, misteriosos, sensuais, perigosos e meio sexy. Depois Stephenie Meyer adicionou uma história de amor meio Romeu e Julieta para esse mundo de fantasia. Edward é um vampiro mas ele é aquele cavalheiro que abre a porta e diz tudo que a garota quer ouvir e ele é basicamente a personificação da perfeição. E depois você tem Bella, essa garota normal, comum, que é o que muitas de nós somos, e ela rouba o coração desse vampiro. Então todas querem seu Edward e todas querem ser a Bella.

Como interpretar Alice Cullen mudou sua carreira?
Eu nem tinha uma carreira! Então é assim que mudou. Mas agora estou fazendo o que quero e sei que vou continuar trabalhando. É isso, esse é o resto da minha vida. Eu posso entrar em salas e falar com diretores e produtores aos quais eu não tinha acesso antes. E eu posso sentar e falar com eles como um ser humano sem morrer de medo deles. Isso e, é claro, o fato de que as pessoas se importam com o café que eu gosto de tomar, com quem estou namorando e aonde vou. Ninguém sabia o meu nome antes e ninguém ligava para isso, e de repente no curso de um ano, tudo mudou.

E qual é o ponto baixo?
O único ponto baixo é que as pessoas esquecem que você é humana e não é perfeita. Mas faz parte do negócio e mesmo assim eu não trocaria.

Qual foi sua primeira reação a New Moon?
O tom, o esquema de cores, e o calor do filme são lindos. Eu acho que o Chris Weitz fez um trabalho realmente fantástico. E depois de ver o Taylor [Lautner] eu fiquei muito impressionada. Quero dizer, ele tem 17 anos e ele se comprometeu a ganhar 14 kg e a se tornar uma pessoa completamente diferente do que ele era no primeiro filme. Ele carregou esse filme, e acho que isso é uma coisa difícil de se fazer, especialmente quando você está contra o Edward. É muita coisa para carregar e eu acho que ele fez justiça ao personagem com um trabalho fantástico.

Qual foi sua cena favorita de filmar?
Ir para a Itália e participar da cena dos Volturi foi ótimo. Dakota Fanning é fantástica. Eu assistia aos filmes dela antes mesmo de começar a atuar. E eu pude trabalhar com Michael Sheen, que é um ator incrível, fenomenal, e foi ótimo poder aprender com ele e ver como ele fazia a cena e como ela passava isso para a cena.

Ele dá tanta gravidade à cena.
Foi tão fácil para ele. Ele controla a cena. Eu não tinha trabalhado com um ator daquele nível ainda que pode fazer algo assim. Foi muito legal assistir.

Do elenco, quem é seu amigo mais próximo?
Kellan Lutz. Somos amigos há uns cinco anos, antes mesmo de tudo acontecer com Twilight. Tínhamos o mesmo agente então somos amigos basicamente desde que nos mudamos para L.A. Ficamos juntos 12 horas por dia, todo dia por tipo três meses de uma vez só.

Tem algum papel que você realmente gostaria de interpretar?
Eu adoraria fazer Alice no País das Maravilhas. Ser uma Bond Girl sempre seria divertido. Tivemos muita ação em Eclipse e eu definitivamente gostaria de continuar no caminho da ação. Eu queria fazer um romance de época, mas esses são difíceis de fazer porque são caros e não tem muitos espaços bons. E bem, bem lá no final, quando estiver com uns 30 anos, eu adoraria interpretar um papel tipo North Country/Erin Brockovich como Charlize [Theron] e Julia Roberts fizeram porque elas são inspirações que falam sobre mulheres muito fortes que mudaram o curso da história. Seria um papel muito legal de interpretar, que afeta muito as pessoas. É um dos maiores benefícios que você tem com atuar, você pode afetar as pessoas.

Se você pudesse escolher o diretor de Amanhecer, quem seria?
Eu estive no MoMA [Museum of Modern Art/Museu de Arte Moderna de Nova York] e eles estavam homenageando Tim Burton, e eu vi uma compilação de seus filmes e trabalhos e eu acho que ele é um artista extraordinário. Acho que seria muito legal ter a visão dele no filme, porque é um livro muito estranho, tem momentos muito estranhos. Ele colocaria uma virada bem estranha e legal no filme. E se pudéssemos, seria ótimo fazer dois filmes. Você quer muito colocar todas as partes importantes lá e você sabe como os fãs são apaixonados por isso, então seria difícil com um só, muita coisa seria deixada de fora. Então se pudéssemos, seria ótimo fazer dois filmes.

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