Torcida para Bella ficar com o lobisomem

Tay declarou recentemente que acha graça torcerem para Bella ficar com o lobisomem.


Taylor Lautner vive um lobisomem em seu papel mais famoso no cinema, mas são as meninas que põem as garras de fora e uivam intensamente quando veem o ator americano passar. Ao lado da estrela Kristen Stewart, Taylor esteve em São Paulo para divulgar “Lua nova” , o segundo filme da série “Crepúsculo”, que estreia nesta sexta-feira no Brasil. Na porta do hotel em que a dupla ficou hospedada, centenas de adolescentes acamparam, gritaram, espernearam e fizeram de tudo para chegar perto de seus ídolos. Taylor era o mais assediado.

- Lindooooo – gritavam.

- Mas ele não é tão forte – alguém observou.

- Lindooooo – insistiram.

Bem, o jeito é mesmo aceitar que Taylor é “lindooooo”. E também simpático, espirituoso e, por que não?, talentoso. A Megazine conversou com ele e Kristen sobre seus personagens na série baseada nos livros da autora Stephenie Meyer: ela vive a mocinha Bella, aquela que se apaixonou pelo vampiro Edward (o cara-achatada Robert Pattinson) em “Crepúsculo” e que, em “Lua nova”, fica dividida entre o dentuço e o lobisomem Jacob, este interpretado por Taylor.

- O Taylor é incrível. O que mais me impressionou foi sua disposição para atuar. Quando todos estavam cansados no set, ele era o único animado, sempre pronto a filmar mais uma cena – conta Kristen.

Ao lado dela, o cara apenas sorria. Ele faz o tipo bom moço, nada esnobe. E acha graça do fato de muita gente torcer para que Bella escolha ficar com seu personagem, em vez de se render ao encanto pálido de Edward.

- O Jacob e o Edward são muito diferentes, quase opostos, como são vampiros e lobisomens. É como se a Bella tivesse que escolher entre a esquerda e a direita. Nossa tarefa é fazer com que o espectador acredite nas diferenças entre os dois, para que se envolva com a história – diz o ator.

O discurso parece ensaiado, mas a verdade é que Taylor se esforçou absurdamente para viver Jacob em “Lua nova”. Assim que “Crepúsculo” estreou, há um ano e meio, especulou-se que ele não voltaria para o segundo filme. A indecisão se deveu ao fato de que seu personagem ganha mais destaque do que tinha em “Crepúsculo”, além de parecer muito maior e mais forte.

- Eu tive que malhar bastante, me esforcei ao máximo porque queria viver o Jacob novamente. Os boatos foram ruins, mas procurei me focar na vontade de continuar no papel – revela ele, que, aos 17 anos, realmente está longe de parecer o lobisomem grandão do cinema.

Mas isso é o que menos importa para os fãs. Já ao desembarcar no aeroporto paulista, Taylor percebeu o quanto os brasileiros podem ser, digamos, calorosos, quando admiram alguém. O ator recebeu um beijo. De um homem.

- Nunca tinha me acontecido isso antes – diz.

Vampiros? Lobisomens? Nada. Taylor aprendeu na prática que os fãs brasileiros são muito mais perigosos.

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