Uol diz que lua nova é superior a crepúsculo


Com um orçamento bem maior do que o do primeiro filme (90 milhões em comparação com os 37 de “Crepúsculo”), além da mudança na direção – agora assinada por Chris Weitz – a história baseada nos livros de Stephenie Meyer ganha uma versão bem mais interessante do que sua antecessora. Mesmo perdendo um pouco de ritmo em algumas sequências (o que era de se esperar tendo em vista que Bella passa boa parte da trama depressiva), o longa traz mais ação e ja não se preocupa em explicar ao espectador quem é quem ou motivações de cada um dos personagens.

Novamente alguns bons trechos do livro foram modificados ou simplesmente retirados da trama.

Em “Crepúsculo” os efeitos especiais pareciam coisa de telefilme de baixo orçamento, mas muita coisa melhorou em “Lua Nova”. O brilho da pele de Edward é mais sutil e as sequências em que os vampiros lutam têm coreografia bacana. Os lobisomens, por sua vez, são retratados como lobos imensos, muito maiores do que uma pessoa, e não destoam do restante do cenário.

Se a melhor cena do primeiro longa era o jogo de beisebol dos vampiros, nesta produção toda a cena na Itália ganha ares de perfeição (que só não é total porque a atuação de Stewart ainda é meio insossa). O vermelho forte, o sol e a locação constroem o cenário ideal para a apresentação (infelizmente curta) dos Volturi, a mais influente família de vampiros do mundo, para dizer o mínimo. Com a pequena participação – mas inesquecível – , de Dakota Fanning como Jane e de Michael Sheen, como Aro, o momento é certamente a melhor passagem da história.

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